「つかれた〜」(canseeei)
Esse começo do ano eu tava me sentido bem cansada. A pressão de ter um emprego fixo me dominava e era tanta que eu me sentia presa na cama, sem vontade de fazer nada.
Depois de ter voltado do Japão, a minha saga era procurar um emprego que chegasse aos pés do estágio que eu fiz lá. A empresa que eu estagiei é incrível, só de mulheres e mulheres muito esforçadas e muito boas no que fazem (não falo que são talentosas porque eu odeio essa palavra… talvez eu faça um post sobre isso no futuro). Elas faziam flyers informativos sobre como fazer compressões cardíacas ou sobre como morar sozinho, revistas que expressavam o amor delas por Toyama, identidades visuais para empresas da região, produtos lindos com o tema de Uchikawa (a “Veneza do Japão “) e Shinminato Hikiyama Matsuri (um festival de carros alegóricos que une as pessoas de Shinminato com esse amor por esses carros chamados “hikiyama”), e muito mais… Eu sentia que elas faziam design não para vender (isso também obviamente mas não era o principal), mas para divulgar informações importantes, estimular o turismo local e apoiar empresas pequenas.
O Japão devolveu o brilho que o design tinha pra mim e me lembrou do valor que a ilustração tem. Eu sinto que aqui no Brasil tudo é muito igual. Designs só com texto, imagens de IA e um foco muito forte em ser visto nas redes sociais. Eu queria poder fazer a diferença no mundo com o meu trabalho, mas eu não faço ideia de como nem onde… tô perdidinha mano kkkkkkk
Depois de ter voltado do Japão, a minha saga era procurar um emprego que chegasse aos pés do estágio que eu fiz lá. A empresa que eu estagiei é incrível, só de mulheres e mulheres muito esforçadas e muito boas no que fazem (não falo que são talentosas porque eu odeio essa palavra… talvez eu faça um post sobre isso no futuro). Elas faziam flyers informativos sobre como fazer compressões cardíacas ou sobre como morar sozinho, revistas que expressavam o amor delas por Toyama, identidades visuais para empresas da região, produtos lindos com o tema de Uchikawa (a “Veneza do Japão “) e Shinminato Hikiyama Matsuri (um festival de carros alegóricos que une as pessoas de Shinminato com esse amor por esses carros chamados “hikiyama”), e muito mais… Eu sentia que elas faziam design não para vender (isso também obviamente mas não era o principal), mas para divulgar informações importantes, estimular o turismo local e apoiar empresas pequenas.
O Japão devolveu o brilho que o design tinha pra mim e me lembrou do valor que a ilustração tem. Eu sinto que aqui no Brasil tudo é muito igual. Designs só com texto, imagens de IA e um foco muito forte em ser visto nas redes sociais. Eu queria poder fazer a diferença no mundo com o meu trabalho, mas eu não faço ideia de como nem onde… tô perdidinha mano kkkkkkk